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|
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| M.S.(%) |
P B(%) |
NDT (%) |
Fibra(%) |
P (%) |
Ca (%) | Minerais (%) |
| 95,0 | 3,02 |
79,80 |
0,08 |
1,05 | 5,80 |
7,00 |
Quadro 2 - Análise bromatológica da mistura 50% de capim elefante Cameron e 50% de cana forrageira.
| M.S.(%) |
P B(%) |
NDT (%) |
Fibra(%) |
P (%) |
Ca (%) | DIVMO (%) |
| 28,80 | 2,50 | 41,50 | 60,00 | 0,04 | 0,20 |
56,60 |
Pode-se observar pelos resultados das análises que os valores obtidos estão em consonância com aqueles obtidos por outros
pesquisadores (VILELA,1989 e MACHADO,1992)
Quadro 3 - Consumo diário de éguas suplementas com volumoso capim elefante (50%), com cana forrageira (50%) com (0,75%) e sem melaço; pesos vivos inicial e final das éguas Manga Larga em fase de reprodução e ganhos médios diários por tratamento (durante 60 dias).
| Tratamentos |
Consumo Volumosos(Kg) | Pesos Vivos(Kg) | Ganho Diário(Kg) | |
| Inicial | Final | |||
| Sem Melaço | 17,45b | 512 | 543b |
0,516 |
| Com Melaço | 20,75a |
511 | 562a | 0,850 |
a>b; (P<0,005)
Os resultados alcançados com éguas, em fase de reprodução, em pastagem de capim
Tifton suplementadas na época da seca (Quadro 3) com volumoso capim elefante passado e
cana forrageira, foram satisfatórios, em relação aos dados correntes na literatura
(NATIONAL RESEARCH COUNCIL, 1989 E SILVA 1998).
Os ganhos diários obtidos com melaço em pó foram maiores do que
aqueles sem melaço (0,850X
0,516 Kg/dia),
confirmando o que já foi comprovado para as diferentes categorias de bovinos
(VILELA, 1996), evidenciando assim o efeito palatabilizante exercido pelo melaço em pó
sobre o volumoso de baixa qualidade.
Foi observado somente nos animais que receberam melaço, troca de pêlo, nascendo
uma pelagem mais fina e mais brilhante, enquanto os animais que não receberam melaço
permaneceram com a mesma pelagem.
O
desempenho de éguas reprodutoras durante a época da seca, avaliado através de ganho
médio diário em peso vivo, em pastagem de capim Tifton,
suplementadas com volumoso de baixa qualidade com o tratamento melaço em pó foi
consideravelmente aumentado em relação ao tratamento sem
melaço.
Os animais que receberam melaço em pó
mostraram uma pelagem mais fina e mais brilhante em relação aos que não receberam
melaço.
ASSOCIATION
OF OFFICIAL AGRICULTURAL CHEMISTS -
AOAC. Official methods of analysis. 15.
ed. Virgínia: 1990. 648p.
CARVALHO, R.T.L.; HADDAD, C.M.; DOMINGUES, J.L. Alimentos e
alimentação do cavalo. Piracicaba: Losito de Carvalho
Consultores Associados, 1992. 130p.
NATIONAL
RESEARCH COUNCIL - NRC. Nutrients
requirements of horses. 5.ed. Washington, D.C.: NATIONAL RESEARCH
COUNCIL -
NRC.
Nutrients requirements of horses.
5.ed. Washington, D.C.: 1989. 100p.
MACHADO, H.M.
Efeito de diferentes combinações de capim-elefante (Pennisetum purpureum Schum):
cana-de-açúcar
(Saccharum officinarum L.) sobre a digestibilidade, em eqüinos,
utilizando diferentes metodologias de determinação.
Viçosa, MG: Universidade Federal de Viçosa, 1992. 71p. Dissertação
(Mestrado em Zootecnia) - Universidade
Federal de Viçosa, 1992.
SILVA, A. E. D.
F.. CRIAÇÃO DE EQUINOS / EMBRAPA: BRASÍLIA, 1998
SILVA, D.J. Análise de alimentos: métodos
químicos e biológicos. 2.ed. Viçosa, MG: Universidade Federal de Viçosa, 1990. 166p.
UNIVERSIDADE
FEDERAL DE VIÇOSA - UFV. SAEG - Sistema de análises estatísticas
e genéticas. Viçosa:
Universidade Federal de Viçosa,
1997. Manual do usuário, 150p. (versão 7.0).
VILELA, H. Padrões Oficiais de Matérias Primas
destinadas à Alimentação Animal.Brasília, M . A . R . A S.A.D.A S.F.A,
40 p. 1989.
VILELA, H. USO
DE MELAÇO EM PÓ NA ALIMENTAÇÃO DO BOVINOS.